Vendas de imóveis novos caem 13,9% no primeiro semestre, aponta Abrainc

Vendas de imóveis novos caem

Lançamentos apresentaram alta de 10,4% e as entregas de unidades, de 3,5%


O primeiro semestre de 2016 apresentou queda de 13,9% das vendas de imóveis novos em comparação ao semestre anterior. É o que diz a pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), realizada com dados fornecidos pelas suas empresas associadas.

Os lançamentos avançaram 10,4% no período, e as entregas, 3,5%. Com isso, a razão Vendas sobre Ofertas (VSO) foi registrada em 8,3% no final de junho, patamar suficiente para garantir o abastecimento do mercado por mais 12,1 meses. O resultado representa uma queda de 1,4 p.p. em relação ao percentual de junho de 2015, de 9,7%.

O acumulado dos distratos até junho indica, além disso, uma queda de 2,6% em comparação ao primeiro semestre de 2015.

Os lançamentos totalizaram 10.224 unidades no mês estudado, registrando, assim, uma queda de 10,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, foram 31.630 unidades lançadas, número 10,4% superior ao do mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, foram 67.013 unidades, 1,5% a menos que no período precedente.

Foram registradas 10.325 vendas em junho, ou seja, 10,8% a menos que no mesmo mês de 2015. No acumulado de 2016, elas somaram 49.797 unidades, menos 13,9% que o observado no primeiro semestre de 2015. Nos últimos 12 meses, foram registradas 104.158 vendas, 15% a menos que no período precedente.

Foram 17.732 unidades entregues no mês de junho de 2016, o que significa uma alta de 39,3% frente às unidades entregues no mesmo mês doa no passado. Até junho, haviam sido registradas 67.280 unidades no ano, 3,5% a mais que o observado na mesma base de 2015. As entregas somaram, além disso, 128.748 unidades nos últimos 12 meses, o que representa um decréscimo de 20,6%.

Foram registrados 3.828 distratos no mês estudado, ou seja, o volume aumentou 0,4% frente ao do mesmo mês do ano passado. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 3,2% em comparação ao período anterior.


Fonte: Construção Mercado - Luísa Cortés, do Portal PINIweb, 19/Agosto/2016

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